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Lembrei esses tempos de um vídeo que a Denise passou em aula no início do semestre e resolvi postar ele aqui.

O Menestrel, de William Shakespeare.

http://www.youtube.com/watch?v=vlLh8K6FF8A

Bom início de semana pra vocês! beijobeijo

Ok, sem literatura hoje.

Eu não sei fingir que nada aconteceu e que eu não fiquei – no mínimo – pasma. Achei desnecessário o ocorrido na quinta-feira, acho que cada um tem que saber cuidar da sua vida. Se a pessoa vai na aula ou não, o problema é da própria! Não influencia na minha vida e na minha carreira o fato de alguns colegas darem presença e irem pra casa, quem está perdendo são eles, não eu. E, aliás, eu dou graças a Deus, porque assim eu sei que na hora de arranjar um emprego, eu serei mais competente que esses que faltam as aulas. Não sei dizer se a parte do “não consigo dormir pensando que um colega perdeu a noite de sexta fazendo trabalho enquanto eu ia pro barzinho beber cerveja” foi pra mim ou pro grupo do qual eu fiz parte no trabalho de Comunicação Interna. Eu não devo satisfações a ninguém, mas acho mais que justo deixar explicado que o que o grupo combinou era de se reunir para, juntas, fazermos o trabalho! Agora, se um integrante decide fazer o trabalho antes do combinado e sem que alguém pedisse para que isso fosse feito, a culpa não é do restante do grupo. Quem decidiu fazer isso foi a própria pessoa, e não terceiros. Sem falar que, apesar do trabalho pronto, outros integrantes coletaram mais informações sobre o assunto, e enviaram para o outro integrante, pedindo para que este usasse as informações coletadas. Recebi uma resposta “Isso não tem nada a ver com o nosso trabalho”… Achei estranho, afinal o título do texto que nos foi oferecido pela professora Denise era “COMUNICAÇÃO INTERNA e o Aumento da Nossa Responsabilidade”, e as informações que eu havia reunido era o conceito de comunicação interna e a importância desta. Outras colegas me disseram que haviam enviado mais informações sobre o assunto do trabalho e foram ignoradas. Aí realmente é muito fácil dizer que não teve ajuda do restante do grupo. Foi dito também que “não é justo um professor propor um texto para ser lido e os alunos não o lerem”. Mais uma vez,  vou insistir que PROBLEMA É DE QUEM NÃO LÊ! Será que eu sou a única pessoa que pensa desse jeito? O prejudicado é o aluno que não lê, e não o que lê!

Eu, de maneira alguma, estou julgado ou reprimindo a colega (afinal estamos num país livre, temos o direito de nos expressar como bem entendermos)! Eu simplesmente não consigo não me expressar perante uma situação como essa! Acho que cada um pensa de um jeito e é muito importante que o respeito exista para que possamos ouvir o que nos dizem e, depois, dizermos o que pensamos.

Pra terminar eu só queria dizer mais uma coisa:

estamos, sim, entre professores e colegas que, num futuro próximo, serão colegas de trabalho; e, por causa disso, precisamos adquirir uma postura ética, respeitosa e responsável. Essa foi a frase mais certa do que foi dito quinta-feira. Concordo com isso. Na verdade, duvido que alguém discorde. Mas eu adoraria fazer um complemento: nesses quatro anos de faculdade, estamos criando nosso networking. A impressão que eu deixar na Famecos, com certeza influenciará no meu futuro. Posso ser aceita ou recusada em um trabalho pela imagem que eu passei para professores/colegas no meu tempo de faculdade. Ainda mais no nosso curso, Relações Públicas. Nós, supostamente, temos que ser o elo entre uma organização e seus variados públicos. Nosso trabalho vai muito além das aparências, é necessário tempo e muito estudo para traçar o perfil de uma determinada organização/público para saber como agir. Acho que em toda e qualquer relação é necessário usar essa fórmula. Conhecer primeiro, depois agir. Além disso, vamos conviver durante 8 semestres. Não serei hipócrita dizendo “vamos todos nos amar e ser amigos”, claro que não! Nos juntamos por afinidade, isso é o natural! Mas uma convivência respeitosa seria muito bem vinda.

Bom, por hoje é só, pessoal! hahaha

Ah, sim! Por favor, a próxima vez que forem me passar uma rasteira, me avisem antes para eu me preparar e não ficar com cara de espanto na frente da turma inteira.

Um ótimo fim de semana pra todos vocês!

Ok, um post rápido só pra tirar o mofo daqui! Eu não posto há quase um mês, que absuuuurdo! hehehe

Como eu tava relendo esses dias a série do “Crepúsculo” vou deixar uma passagenzinha de um dos livros. Quem não leu, na boa, leia! Pode até ser mal escrito, mas a história é tão bonitinha, é dificil a pessoa não ser cativada pelas personagens… Enfim, fica a dica. Essa semana ainda eu atualizo de novo com alguma coisa mais completa.. Beijo, queris.

“Não importava qual o fim que fosse nos encontrar, ele não nos encontraria separados. “
(Breaking Dawn/Cap.35)

Fiquei um tempinho sem atualizar o blog! Não me acostumei ainda a postar sempre, mas acho que com o tempo isso vai ficando mais automático.. Mas também, a culpa não é tãão minha, semana passada foi cheeeeeeia de coisa: prova, trabalhos, muita coisa pra ler (tá na real nem teve tanta coisa, mas exagerar faz parte hahaha) e ainda por cima a matéria de introdução ao jornalismo sobre o jogo do Brasil X Peru. Sem mais delongas eu quero postar uma poesia do Manuel Bandeira e depois dar uma explicadinha nela – a melhor parte do cursinho era quando os caras nos explicavam as poesias, eu adorava isso hahaha.

PNEUMOTÓRAX

Febre, hemoptise, dispinéia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e não foi.
Tosse, tosse, tosse.

Mandou chamar o médico:
- Diga trinta e três.
- Trinta e três… trinta e três… trinta e três…
- Respire.

- O senhor tem uma escavação no pulmão

[ esquerdo e o direito infiltrado.

- Então, doutor, não é possível tentar
o pneumotórax?
- Não. A única coisa a fazer é tocar
um tango argentino.
(Manuel Bandeira)
Manuel Bandeira foi poeta da segunda fase do Modernismo (que foi de 1930 a 1945). Os críticos diziam que a poesia dele era única no contexto da literatura brasileira – e acho difícil alguem discordar, o cara era um gênio! O “Pneumotórax“, tem a temática da morte. Provavelmente ele foi influenciado pelo fato de ele ter tuberculose (tá,óbvio que ele foi influenciado por causa da doença!). No poema ele começa citando sintomas, esses sintomas são da tuberculose. Ele fala “A vida inteira que podia ter sido e que não foi”, isso ele diz pelo fato de a vida inteira ele ter tido montes de limitações por causa da doença, que impedia ele de fazer esforços. No final da poesia o médico falaque não há nada a ser feito além de tocar um tango argentino. Tango significa “tragédia”, o que nos leva a pensar que o que ele realmente quer dizer é que o que pode ser feito é ir pra casa e esperar a morte chegar.
Tá, eu to começando a cansar de postar poesia/poema. No próximo post quero ver se eu posto alguma trecho de um livro ou coisa do gênero!
Bom feriadão e boa Páscoa pra vocês! Não esqueçam que quinta,sexta e sábado não tem aula e os sortudos que fazem PAC I no sábado ou nas terças e quintas, vão perder aula! Que inveja de vocês! hahaha
Beijinho queris

Eu SEMPRE esqueço de atualizar isso aqui! É muita mão, na boa… Mas ok, sem reclamações. Eu tava procurando alguma coisa pra postar aqui e achei um poema do Fernando Pessoa que eu gosto muito, aqueles dignos de “quem sou eu” do orkut hahaha. Antes disso, eu fiquei muito tempo tentando arrumar esse fundo do blog e coisas do gênero… Mas no fim, isso aqui parece ser muito mais complicado do que realmente é. Tá, o poema do Pessoa!

“Sentir tudo de todas as maneiras,
Viver tudo de todos os lados,
Ser a mesma coisa de todos os modos possíveis ao mesmo tempo,
Realizar em si toda a humanidade de todos os momentos
Num só momento difuso, profuso, completo e longínquo”

Um beijo pra vocês

Eaai, galera! Bom, eu fiquei MUITO tempo pensando sobre o que eu ia escrever aqui, e devo admitir que eu ainda não tenho certeza se é sobre isso que eu quero falar, mas né…Vamos em frente, hahaha! Ano passado eu fazia cursinho, e comecei a amar literatura por causa dos professores que eu tinha e, desde então, eu curto muito poema e essas coisas do gênero. Aí veio a ideia (sem acento hahaha) de falar sobre poetas, escritores e afins, e postar um pouco do trabalho deles. Vocês provavelmente vão notar que eu vou botar bastante coisa do Manuel Bandeira, o que já é de se esperar por ele ser o meu favorito. Então, pra começar, meu poema favorito dele.

Um fim de semana bem malhuco pra todos vocês hahaha beijobeijo

O Bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.